Manual de Viagem Internacional: Tudo que Precisa Para Sua Primeira Viagem Internacional

Redação Guia na Mochila
12/12/2025 14:51
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Atualizado dia 12/12/2025
Manual de Viagem Internacional: Tudo que Precisa Para Sua Primeira Viagem Internacional

Viajar para fora do país pela primeira vez é uma mistura de empolgação e dúvida. Cada etapa do planejamento traz pequenas decisões: escolher o destino, emitir passaporte, definir o que levar. Tudo isso pode soar fácil, mas é o que realmente separa uma viagem sossegada de uma experiência estressante.

Além de um checklist, este manual do Guia na Mochila reúne diretrizes oficiais e métodos práticos para que qualquer um possa se preparar de forma segura, evitando erros frequentes e surpresas que costumam surgir em viagens internacionais

Antes de tudo: planejamento e escolha do destino

Planejar uma viagem internacional começa muito antes da compra das passagens. É preciso entender o motivo da viagem  (lazer, intercâmbio, estudos ou negócios) e o tipo de documentação que cada caso exige. Essa etapa define prazos, custos e até o melhor período para viajar.

Um bom ponto de partida é listar os países de interesse e verificar se exigem visto ou vacinas obrigatórias. O Portal Consular do Itamaraty mantém informações atualizadas sobre as exigências de entrada para brasileiros em mais de 190 países, incluindo prazos de permanência e links para as embaixadas.

Depois, é hora de avaliar o custo de vida local. Países da América do Sul, por exemplo, costumam ser mais acessíveis e não exigem passaporte para brasileiros (basta o RG atualizado). Já destinos da Europa ou da América do Norte requerem documentação extra e orçamento mais robusto.

Como escolher o destino ideal para sua primeira viagem internacional

O destino ideal é aquele que se encaixa no seu perfil financeiro, idioma e estilo de viagem. Para quem está começando, países vizinhos podem ser boas opções por exigirem menos burocracia e apresentarem custos menores com câmbio.

O Mercosul permite a entrada de brasileiros com documento de identidade emitido há menos de 10 anos, o que inclui destinos populares como Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai. São viagens internacionais mais curtas e ideais para ganhar experiência com imigração, transporte e moeda estrangeira sem um choque cultural muito grande.

Se o desejo é ir mais longe, vale pesquisar também a facilidade de comunicação. Países que falam inglês ou espanhol facilitam o entendimento em aeroportos, restaurantes e hospedagens. O domínio básico de expressões e o uso de tradutores offline ajudam muito, especialmente em países com idiomas pouco familiares, como Japão ou Alemanha.

O melhor momento para comprar passagens

As passagens aéreas representam um dos maiores custos da viagem. Monitorar os preços com antecedência pode gerar uma economia significativa.
Ferramentas como Google Flights, Skyscanner e Kayak permitem comparar datas e companhias, enquanto alertas de preço ajudam a identificar quedas.

O ideal é comprar passagens internacionais entre 60 e 90 dias antes da viagem, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que recomenda antecedência mínima de 30 dias para evitar tarifas de última hora.

Além disso, considerar a alta e baixa temporada do destino faz diferença. Viajar para a Europa entre novembro e março, por exemplo, costuma ser mais barato do que entre junho e agosto, quando o verão europeu atrai milhões de turistas.

Documentos obrigatórios para viajar ao exterior

Nada causa mais estresse em uma viagem internacional do que descobrir que um documento está vencido ou incorreto. Por isso, essa é uma das etapas mais importantes do planejamento.

O essencial é verificar se o país exige passaporte, visto e certificado de vacinação e fazer tudo com antecedência. Cada um desses documentos tem prazos específicos, e alguns processos podem levar semanas.

Passaporte: como tirar e prazos de validade

O passaporte brasileiro é emitido pela Polícia Federal e tem validade de 10 anos. O agendamento é feito online, e a taxa atual é de R$ 257,25 (GRU).

Mesmo que o passaporte ainda esteja válido, muitos países exigem que ele tenha ao menos seis meses de validade a partir da data de retorno, portanto é importante conferir antes de embarcar.

Para viagens pelo Mercosul, como já mencionado, o RG basta, desde que esteja em bom estado e tenha sido emitido há menos de dez anos.

Visto e exigências de entrada

Nem todos os países exigem visto de brasileiros, mas isso varia conforme o destino e o tipo de viagem. O Itamaraty mantém uma lista atualizada dos países com isenção de visto e das regras específicas para turismo, estudo e trabalho.

Para destinos populares como Estados Unidos e Canadá, é obrigatório solicitar visto antecipadamente, enquanto países da União Europeia permitem a entrada sem visto para estadas de até 90 dias. A partir de 2026, o ETIAS (sistema eletrônico europeu de autorização de viagem) passará a ser obrigatório, devendo ser solicitado online antes da viagem.

Vacinas e certificados internacionais exigidos

Alguns países exigem comprovantes de vacinação específicos para a entrada de turistas, e o documento oficial aceito é o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). Ele pode ser emitido gratuitamente nos centros credenciados pela Anvisa.

A vacina mais comumente exigida é a contra febre amarela, válida por toda a vida após a aplicação. Países da América do Sul, África e Ásia tropical costumam solicitar o certificado na imigração, então é essencial manter o comprovante físico ou digital em mãos.

Além disso, é recomendável consultar o Ministério da Saúde antes de viajar, pois ele atualiza periodicamente a lista de imunizações indicadas conforme o destino. Dependendo do país, também podem ser exigidas vacinas contra meningite ou poliomielite.

Outro ponto importante: o CIVP é emitido apenas com vacinas aplicadas em unidades reconhecidas pela Anvisa, portanto não adianta levar um comprovante comum de posto de saúde. A checagem antecipada evita surpresas no embarque.

Dinheiro, câmbio e custos de viagem

Planejar o orçamento é o que mais preocupa quem está viajando para fora pela primeira vez. Afinal, os custos variam muito conforme o destino, o câmbio e o estilo da viagem.

O primeiro passo é escolher como levar o dinheiro: em espécie, cartão internacional, conta global ou uma combinação dos três. Cada forma tem vantagens e cuidados específicos.

Qual é a melhor forma de levar dinheiro para fora do Brasil

Levar dinheiro em espécie continua sendo a forma mais prática para pequenos gastos, táxis e estabelecimentos que não aceitam cartões. No entanto, o ideal é equilibrar essa quantia com meios digitais seguros.

O Banco Central do Brasil recomenda declarar valores acima de R$ 10 mil (ou equivalente em outra moeda) na Declaração Eletrônica de Bens de Viajantes (e-DBV), disponível no site da Receita Federal. Isso não significa que há limite para levar, mas o valor precisa ser informado à alfândega.

Os cartões internacionais (crédito, débito ou pré-pago) são úteis para despesas maiores e oferecem segurança extra em caso de perda. Contudo, eles têm IOF de 5,38%, o que pode encarecer as compras. As contas globais digitais, como as oferecidas por bancos autorizados no Brasil, permitem transferir valores em dólar ou euro com IOF reduzido e usar o saldo direto no país de destino.

Uma boa prática é diversificar os meios de pagamento e guardar as notas e cartões em locais diferentes, minimizando riscos de perda ou roubo.

Como montar um orçamento realista de viagem internacional

O ideal é montar o orçamento com base nos gastos médios do destino, considerando valores oficiais e referências confiáveis. Sites governamentais e órgãos de turismo de cada país costumam divulgar estimativas atualizadas de custo de vida, transporte e alimentação para visitantes.

Também é possível consultar o Portal Consular do Itamaraty, que reúne orientações financeiras e informações sobre taxas locais, além de verificar no Banco Central do Brasil a cotação oficial das moedas estrangeiras antes de comprar ou trocar dinheiro.

Além disso, é importante reservar uma quantia para imprevistos (entre 10% e 20% do valor total). 

Para ilustraar um exemplo, uma viagem de 10 dias para Portugal pode incluir gastos aproximados de €100 por dia com alimentação, transporte e atrações, além de hospedagem (em média €70 a €100 por noite em Lisboa).

Ao planejar em reais, use o câmbio comercial do dia anterior à compra, disponível no site do Banco Central, e adicione as taxas do cartão ou casa de câmbio escolhida.

Lembrando que trocar moeda no aeroporto costuma ser mais caro. O ideal é pesquisar casas de câmbio credenciadas e comparar valores com antecedência.

Seguro viagem e saúde no exterior

Viajar com um seguro viagem é uma medida de segurança indispensável. Além de proteger contra emergências médicas, ele cobre extravio de bagagem, cancelamentos de voo e outros contratempos que podem gerar altos custos no exterior.

Em vários destinos, o seguro é obrigatório. Nos países europeus que fazem parte do Espaço Schengen, por exemplo, é exigida cobertura mínima de €30 mil para despesas médicas e hospitalares. A lista inclui França, Itália, Espanha, Portugal, Alemanha e outros 20 países.

O Portal do Itamaraty reforça que, mesmo quando não obrigatório, o seguro viagem é altamente recomendado, pois sistemas públicos de saúde de outros países podem não atender turistas ou cobrar altos valores pelo atendimento.

Quando o seguro viagem é obrigatório

Na América Latina, o seguro é exigido em Cuba, Equador e Venezuela, e recomendado nos demais países. Já na Europa, como mencionado, é parte do acordo Schengen. No Canadá e nos Estados Unidos, embora não haja obrigatoriedade legal, um simples atendimento médico pode ultrapassar milhares de dólares, e sem seguro, o custo é totalmente do viajante.

Além da cobertura médica, muitos seguros incluem indenização em caso de extravio de bagagem e assistência em voos cancelados. É importante conferir os limites e condições da apólice antes da compra.

O que o seguro deve cobrir e como acionar em caso de emergência

O seguro ideal cobre despesas médicas, hospitalares, odontológicas e repatriação. Algumas seguradoras oferecem atendimento 24 horas em português e reembolso de gastos emergenciais.

Antes de contratar, verifique se o cartão de crédito ou plano de saúde já oferece cobertura internacional, o site da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) lista as seguradoras habilitadas a vender esse tipo de apólice.

Em caso de emergência, o contato deve ser feito diretamente com a central de atendimento informada na apólice, que orientará sobre hospitais credenciados ou reembolso posterior. É importante guardar todos os comprovantes para facilitar o processo.

Bagagem e preparativos práticos

Organizar a bagagem é uma das etapas mais importantes da viagem internacional. Além de evitar contratempos nos aeroportos, entender o que pode ou não ser levado poupa tempo, dinheiro e estresse. A boa notícia é que, com planejamento e atenção às regras, montar uma mala funcional é mais simples do que parece.

Regras atualizadas de bagagem em voos internacionais

As normas sobre bagagem são definidas por cada companhia aérea, mas seguem orientações da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Nos voos internacionais que partem do Brasil, o passageiro tem direito a uma bagagem de mão de até 10 kg. As dimensões somadas (altura, largura e profundidade, incluindo rodas e alças) não podem ultrapassar 115 cm.

Para bagagens despachadas, o limite mais comum é de 23 kg por volume, mas esse número pode variar conforme a tarifa ou destino. 

Por isso, vale sempre verificar as regras da companhia aérea antes do embarque.

A ANAC também lembra que há restrição para o transporte de líquidos em voos internacionais: cada frasco deve ter no máximo 100 ml, e todos precisam caber em um saco plástico transparente com capacidade total de até 1 litro.

Respeitar esses limites evita custos adicionais e atrasos no check-in. Além disso, o órgão recomenda conferir se a mala está bem identificada com nome, telefone e endereço, medida simples que facilita a devolução em caso de extravio.

Como montar uma mala inteligente e evitar excesso de peso

Montar uma mala prática é um exercício de equilíbrio. O ideal é levar o essencial, considerando a duração da viagem, o clima e o tipo de atividades previstas.
Comece fazendo uma lista de itens por categoria (roupas, calçados, higiene, eletrônicos). Essa separação ajuda a visualizar o que é realmente necessário.

Dê preferência a roupas neutras, que possam ser combinadas entre si, e inclua peças leves que possam ser sobrepostas em camadas, principalmente se o destino tiver variações de temperatura. Um bom par de sapatos confortáveis costuma ser mais útil do que três diferentes que ocupam espaço.

A ANAC recomenda que objetos de valor, medicamentos e documentos de viagem sejam transportados na bagagem de mão, nunca na mala despachada. Isso inclui passaporte, carteira, dinheiro, cartões, eletrônicos e comprovantes do seguro viagem.

Outra dica prática é usar sacos organizadores e pesar a mala em casa antes de sair. O excesso de bagagem costuma ser cobrado por quilo e, dependendo da companhia, pode sair mais caro do que despachar uma mala adicional.

Itens proibidos e permitidos na bagagem de mão

As regras de segurança internacional são rígidas, e nem tudo pode ser levado a bordo. De acordo com a ANAC, objetos cortantes ou perfurantes (como tesouras, facas e canivetes) devem ser despachados. Líquidos e géis acima de 100 ml são proibidos na cabine, mesmo que parcialmente usados.

É permitido levar medicamentos, desde que acompanhados de receita médica legível, especialmente os controlados. Itens como laptops, câmeras e celulares podem ser transportados na bagagem de mão, mas precisam ser retirados durante a inspeção de segurança.

Uma boa prática é manter tudo o que será usado durante o voo (documentos, carregador, fones, casaco) em uma bolsa menor dentro da bagagem de mão. Isso facilita o acesso e evita abrir a mala no corredor do avião.

Comunicação, internet e segurança digital

Viajar também é estar conectado, seja para confirmar reservas, checar o câmbio ou simplesmente avisar a família que deu tudo certo. Mas, fora do país, o uso da internet pode se tornar caro e inseguro se o viajante não se preparar.

Como garantir conexão no exterior

Antes de embarcar, é essencial verificar se o seu plano de celular oferece roaming internacional e quais países estão incluídos. Essa informação costuma estar disponível nos aplicativos ou sites das operadoras brasileiras.

Quem deseja economizar pode adquirir um chip local assim que chegar ao destino, geralmente vendido em aeroportos e lojas de conveniência. Outra alternativa é o eSIM, um chip digital que pode ser ativado ainda no Brasil, basta verificar se o aparelho é compatível.

O uso de Wi-Fi público exige cuidado. Redes abertas de aeroportos e cafés são convenientes, mas podem expor seus dados. O Procon-SP orienta que, sempre que possível, o viajante utilize redes conhecidas e evite acessar aplicativos bancários ou inserir senhas em sites desconhecidos quando estiver conectado a Wi-Fi gratuito.

Cuidados com golpes e segurança de dados

Golpes virtuais voltados a turistas são cada vez mais comuns. Segundo alertas do Procon-SP, criminosos aproveitam distrações para aplicar clonagem de cartões, cobranças indevidas ou instalação de aplicativos falsos.

Para reduzir riscos, mantenha o sistema operacional do celular e os aplicativos atualizados, evite salvar senhas no navegador e ative a autenticação em duas etapas nas contas principais. Também é importante levar cartões extras guardados separadamente, em caso de bloqueio ou perda.

Outra recomendação útil é guardar cópias digitais dos documentos em nuvem segura. O Itamaraty orienta que cópias digitalizadas do passaporte, do seguro e das passagens fiquem acessíveis em caso de imprevistos. Assim, se algo for perdido, o viajante consegue apresentar as informações rapidamente no consulado.

Dicas culturais e etiqueta de viagem

Quem viaja para fora do país pela primeira vez costuma se surpreender com as diferenças culturais, e nem sempre pelas grandes coisas. Pequenos gestos, horários, hábitos e formas de comunicação podem mudar bastante de um país para outro, e entender isso ajuda a evitar constrangimentos e a aproveitar melhor a experiência.

Comportamentos que mudam de país para país

Cumprimentos, gorjetas, pontualidade e até o volume de voz são aspectos que variam conforme o destino. Em países europeus, por exemplo, a pontualidade é sinal de respeito; já em partes da América Latina, os horários são mais flexíveis.
Em locais como Japão e Coreia do Sul, falar alto em público é considerado indelicado, enquanto na Itália e na Espanha a comunicação tende a ser mais expressiva.

O Ministério das Relações Exteriores orienta que o viajante pesquise os costumes locais antes de embarcar. Isso inclui desde o modo de se vestir em templos religiosos até o comportamento esperado em filas e transportes públicos. Essa sensibilidade cultural transmite respeito e, muitas vezes, abre portas para interações mais genuínas.

Como lidar com o idioma e evitar mal-entendidos

Nem todo mundo domina o idioma do país que vai visitar, e tudo bem. O importante é demonstrar boa vontade e preparar-se para situações básicas do dia a dia. Aprender expressões simples como “por favor”, “obrigado”, “quanto custa?” e “onde fica?” já faz diferença.

Aplicativos de tradução como o Google Translate, quando usados offline, podem ser aliados úteis. Mas, mais do que isso, a atitude conta. Um sorriso e um tom gentil costumam quebrar barreiras linguísticas com facilidade.

O Portal Consular do Itamaraty recomenda que, em casos de dificuldade grave de comunicação (como perda de documentos ou problemas de saúde) o viajante procure imediatamente o consulado brasileiro mais próximo. Todos os endereços e contatos estão disponíveis no site oficial do governo.

Checklist final e aplicativos que ajudam o viajante

Mesmo depois de toda a preparação, é comum que algo escape. Por isso, ter um checklist e alguns aplicativos instalados no celular pode fazer diferença.

Antes de sair de casa, revise:

  • Passaporte válido (com pelo menos seis meses até o vencimento).
  • Visto emitido (quando exigido).
  • Certificado Internacional de Vacinação (CIVP), caso o país solicite.
  • Seguro viagem ativo, com comprovante fácil de acessar.
  • Reservas de voos e hospedagem salvas offline.
  • Contatos do consulado brasileiro e de emergência médica local.
  • Cópias digitais de todos os documentos em nuvem segura.

Aplicativos úteis incluem o App Itamaraty, que concentra informações sobre consulados e alertas de segurança, o Google Maps para navegação offline e o TripIt, que organiza reservas de forma automática.

Para conversão de moedas, consulte sempre fontes oficiais como o Banco Central do Brasil, que atualiza diariamente as cotações e o valor do dólar comercial. Isso evita depender de aplicativos com dados desatualizados.

Considerações finais

Planejar uma viagem internacional é muito mais do que preencher checklists. É um processo que envolve curiosidade, cuidado e autoconfiança. Cada etapa, desde a emissão do passaporte até o embarque, é uma oportunidade de aprender sobre o mundo e sobre si mesmo.

Quando o viajante se informa por fontes oficiais, mantém a calma diante dos imprevistos e respeita as diferenças culturais, a experiência se torna muito mais leve. Com o tempo, esse preparo deixa de ser um esforço e se transforma em um hábito natural de quem aprende a viajar com consciência.

O Guia na Mochila nasceu para apoiar esse tipo de viajante: curioso, responsável e atento. Aqui, você encontra conteúdos confiáveis, atualizados e voltados para quem quer explorar o mundo com segurança e propósito.Se a sua primeira viagem internacional está se aproximando, aproveite para ler também os outros guias do site e descobrir como planejar roteiros, escolher destinos acessíveis e evitar imprevistos com base em informações reais, tudo o que você precisa para colocar o pé na estrada (ou no avião) com tranquilidade.

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